Essa frase parece carregada de preconceito, mas sinceramente, essa "mulher" em questão sou euzinha mesma. É isso, fazendo um balanço dos meus relacionamentos: último namoro - 1 ano atrás. Último affair - 1 mês atrás. Tá certo que ainda não estou "bicando azulejo", como diria uma amiga minha - oi, Fabi-, mas a TPM também não ajuda muito nesse momento.
Ah, então o problema é a TPM? Sim e não. Claro que ajuda (ou será atrapalha?), porém tem muitas outras coisas envolvidas. A vida seria muuuuuito fácil se todos os problemas se resumissem a TPM, afinal durante 3 longas semanas do mês tudo seria cor-de-rosa (tem hífen?Ai,ai,ai esse acordo ortográfico me acaba) Bem, voltando à carência, as causas são várias e nem quero discorrer sobre isso, é chaaaaaato. O que está me preocupando são as conseqüências (tem trema? ai,ai,ai esse acordo... blá,blá, blá). Começo a acreditar que os gestos mais simples tem duplo sentido. Por exemplo? Aula de pilates, no final rola um relaxamento, uma massagem e aí você fica pensando naquelas mãos másculas te apertando... uhmmmmm... de repente você volta à realidade. Sai pensamento safado... foca no relaxamento!!! Outro exemplo clássico, o vizinho entra contigo no elevador e puxa conversa. E daí???? Ele é articulado e educado, C-L-A-R-O que vai querer quebrar aquele silêncio mortal enquanto passam os andares. E só!
Enfim, preciso tomar um banho, esfriar minha cabeça e esperar passar a TPM... ou não. Se for uma semana só no mês dá prá levar, passando disso, vou ter que fazer meditação, acumpuntura, promessa, simpatia, pular três ondinhas no mar, acender vela, ou sei lá o quê para manter a sanidade em meio a esses momentos.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
terça-feira, 25 de agosto de 2009
"O bom do caminho é haver volta. Para ida sem vinda basta o tempo." (Mia Couto)
Essa frase do escritor moçambicano Mia Couto é reconfortante. Afinal, não importa o caminho que tomamos, sempre podemos voltar. O medo acaba dissipado. Fica sem força, não é alimentado.
Eu tenho problemas com sentir medo. Ou melhor, sinto muito pouco medo. E isso não é uma qualidade. O medo, muitas vezes, é proteção. Mas eu deixo isso de lado e me jogo. Gosto da emoção, gosto do novo, gosto da escolha. Mesmo quando errada. Aliás, quase sempre erradas são minhas escolhas... mas eu não me importo. Até porque, posso sempre voltar. Mesmo que não seja exatamente o mesmo caminho. Ainda que ele esteja transformado ou que nosso olhar sobre o caminho seja diferente.
Eu tenho problemas com sentir medo. Ou melhor, sinto muito pouco medo. E isso não é uma qualidade. O medo, muitas vezes, é proteção. Mas eu deixo isso de lado e me jogo. Gosto da emoção, gosto do novo, gosto da escolha. Mesmo quando errada. Aliás, quase sempre erradas são minhas escolhas... mas eu não me importo. Até porque, posso sempre voltar. Mesmo que não seja exatamente o mesmo caminho. Ainda que ele esteja transformado ou que nosso olhar sobre o caminho seja diferente.
domingo, 23 de agosto de 2009
"Não somos turistas, somos viajantes"
Ouvi essa frase numa propaganda de filme no Telecine (sorry... não lembro o nome...), mas me identifiquei total com ela. Amo viajar, sair por aí, conhecer lugares diferentes e, principalmente, gente nova. Sempre penso numa viagem como uma experiência antropológica porque por mais bonito que seja o lugar, eu gosto de me conectar com as pessoas, conversar, trocar experiências, e, sem dúvida, perceber a mão do homem transformando esse mundo de meu Deus.
Meu irmão diz estou fazendo o circuito "Terceiro Mundo"(minhas últimas viagens de férias foram para Cuba e Peru, além de uma já abortada viagem para o México em 2010 devido à gripe suína). Tá certo que realmente não sou muito chegada a lugares da moda e coisas super badaladas, mas na verdade, o que ele não entendeu é que lugares encantadores tem no mundo todo, mas alguns povos realmente são mais abertos, mais cativantes. E nesse quesito, nós, pobres habitantes de países em desenvolvimento, somos imbatíveis. Afinal, temos que ter alguma vantagem...
Viajar é adquirir um conhecimento sem igual. É viver mais e intensamente. Costumo dizer que trabalho para poder viajar. E não é conversa, é a realidade. A próxima viagem vai ser para o meu destino. Sim, sim, Portugal é o meu destino. Nem acredito em reencarnação nem nada, mas sei que algo mais me "puxa" para lá. Então, vou me deixar levar por esse sentimento, por essa certeza.
Meu irmão diz estou fazendo o circuito "Terceiro Mundo"(minhas últimas viagens de férias foram para Cuba e Peru, além de uma já abortada viagem para o México em 2010 devido à gripe suína). Tá certo que realmente não sou muito chegada a lugares da moda e coisas super badaladas, mas na verdade, o que ele não entendeu é que lugares encantadores tem no mundo todo, mas alguns povos realmente são mais abertos, mais cativantes. E nesse quesito, nós, pobres habitantes de países em desenvolvimento, somos imbatíveis. Afinal, temos que ter alguma vantagem...
Viajar é adquirir um conhecimento sem igual. É viver mais e intensamente. Costumo dizer que trabalho para poder viajar. E não é conversa, é a realidade. A próxima viagem vai ser para o meu destino. Sim, sim, Portugal é o meu destino. Nem acredito em reencarnação nem nada, mas sei que algo mais me "puxa" para lá. Então, vou me deixar levar por esse sentimento, por essa certeza.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Eu sou..
Eu sou amor, sou paixão, sou emoção. Quero sentir o sol queimando a pele num verão escaldante, transformando a pele clara na cor rara dos negros e índios da minha terra. Quero ficar no quintal, numa tarde de primavera com os olhos fechados, os pés na grama, sentindo o sol aquecendo o corpo. E a alma. E porque não, o coração.
Mas isso só não me define. Eu sou música, sou canto desafinado dentro da carro, dirgindo no engarrafamento. Eu sou música, sou dança desajeitada que quer fazer rir.
Sou tantas e tantos. Sou demais ou de menos. Sou louca e também santa. Mas nada disso importa porque no próximo segundo posso simplesmente, ser nada ou ser outra.
Mas isso só não me define. Eu sou música, sou canto desafinado dentro da carro, dirgindo no engarrafamento. Eu sou música, sou dança desajeitada que quer fazer rir.
Sou tantas e tantos. Sou demais ou de menos. Sou louca e também santa. Mas nada disso importa porque no próximo segundo posso simplesmente, ser nada ou ser outra.
Por que Viseu?
O nome do Blog merece uma explicação. Eu precisava pensar em alguma coisa que tivesse ligação com História e também comigo mesma. E acabei pensando nesse lugar que tanto amo e tão estreitamente está ligado à minha vida. Viseu é, antes de tudo, o Distrito da minha família, por parte de mãe. Meus avós nasceram em pequenas aldeias (oi Codornelas, oi Peges) desse lugar que fica no coração de Portugal.
Além disso, desde os 8 anos de idade, eu danço no Rancho Folclórico da Casa de Viseu do Rio de Janeiro. É minha segunda casa. Fui criada ali dentro, aprendendo a respeitar e amar as tradições portuguesas.
Estou fazendo mestrado e pesquiso dois santos portugueses, sendo que um deles, São Teotônio, é padroeiro de Viseu. E foi exatamente por isso que ele foi escolhido.
E para finalizar os argumentos, eu amo a cidade de Viseu. Só de pensar nela agora, meus olhos estão mareados. Por razões várias, ela é minha preferida de Portugal, do mundo. Tenho uma imagem registrada na minha memória que é a que mais gosto, a da Sé, à noite, toda iluminada, lá no alto, imponente, abençoando àqueles que vivem nesse cantinho, mais querido e mais amado que é Viseu.
Além disso, desde os 8 anos de idade, eu danço no Rancho Folclórico da Casa de Viseu do Rio de Janeiro. É minha segunda casa. Fui criada ali dentro, aprendendo a respeitar e amar as tradições portuguesas.
Estou fazendo mestrado e pesquiso dois santos portugueses, sendo que um deles, São Teotônio, é padroeiro de Viseu. E foi exatamente por isso que ele foi escolhido.
E para finalizar os argumentos, eu amo a cidade de Viseu. Só de pensar nela agora, meus olhos estão mareados. Por razões várias, ela é minha preferida de Portugal, do mundo. Tenho uma imagem registrada na minha memória que é a que mais gosto, a da Sé, à noite, toda iluminada, lá no alto, imponente, abençoando àqueles que vivem nesse cantinho, mais querido e mais amado que é Viseu.
Ressurgindo...
Depois de alguns meses na total ausência, hoje resolvi retomar o blog. Na verdade, agora com um novo sentido. Este blog foi pensado para uma aula sobre a República Velha que eu planejei para minhas turmas do 3º Ano e, de certa forma, funcionou. Apesar da precariedade da sala de informática e dos conhecimentos dessa ciência - a informática, e não a História - dessa profesora que procura buscar o melhor para seus alunos. Fiquei devendo as fontes das charges, mas vou procurar me redimir.
Talvez eu retome esse formato para as aulas, mas com outras propostas. Entretanto, hoje estou retomando com outros objetivos. Andei repensando a minha própria história e percebi que adoro ler, destacar, copiar (com o devido crédito) frases, pensamentos, questões de outros, mas que raramente dava valor à minha própria escrita. Senti-me quase como um monge copista da Idade Média, porém, ainda com menos liberdade, pois nem me permitia o privilégio das glosas. Determinei que agora vou colocar meus pensamentos descoordenados aqui. Por ser um território livre, ninguém precisará ler, mas se assim o desejarem serão bem-vindos.
Talvez eu retome esse formato para as aulas, mas com outras propostas. Entretanto, hoje estou retomando com outros objetivos. Andei repensando a minha própria história e percebi que adoro ler, destacar, copiar (com o devido crédito) frases, pensamentos, questões de outros, mas que raramente dava valor à minha própria escrita. Senti-me quase como um monge copista da Idade Média, porém, ainda com menos liberdade, pois nem me permitia o privilégio das glosas. Determinei que agora vou colocar meus pensamentos descoordenados aqui. Por ser um território livre, ninguém precisará ler, mas se assim o desejarem serão bem-vindos.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
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